
Enquanto gostaria de esforçar-me a escrever mais, e postar coisas que são minhas, ou seja, gerando os conteúdos e não só a ressoar o que tem de muito (bom) na internet. Parece que não sabemos exatamente quem está vendo, ou se de algum meio está ”tocando” a quem vê, a quem lê.
Uma epifania, se não exagero, numa ocasião em que uma moça – arquiteta, creio, marcou uma conversa sobre pinturas, street art e esses nomes modernos. E trouxe dentro de uma pasta várias fotos, impressões de coisas que havia feito, que sinceramente não achava que alguém sabia que tinha sido eu.. e tudo aquilo fez sentido.
Tem sempre alguém na mesma frequência, soando o tom que ressoamos. e vice-versa.